SAÚDE

CoronaVac tem baixa eficácia contra cepa de Manaus.
Estudo sobre a ação neutralizante do produto consta na revista "The Lancet".


O estudo verificou a resposta do sistema imunológico de quem já contraiu a nova cepa

A CoronaVac tem baixa ação neutralizante contra a cepa do coronavírus que surgiu em Manaus, mostrou um estudo preliminar publicado na revista científica The Lancet.

Conforme a pesquisa, a variante brasileira pode “escapar” dos anticorpos produzidos pela vacina chinesa, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Conduzido por pesquisadores brasileiros, o levantamento informa que foi coletado plasma de oito participantes da última fase de testes da CoronaVac. Eles receberam as duas doses do imunizante há cinco meses.

Os pesquisadores testaram a atividade dos anticorpos presentes nas amostras contra a P.1, a cepa identificada em Manaus (AM) — a variante já está presente em pelo menos 17 Estados brasileiros.

Os cientistas também testaram a atividade neutralizante contra a linhagem B, a mais comum no Brasil antes do surgimento da P.1.

Eles observaram que o nível de anticorpos capaz de proteger contra o vírus foi mais baixo para a P.1, ficando inferior ao limite de detecção no exame. O estudo verificou a resposta do sistema imunológico de quem já contraiu a nova cepa.

Fonte: Revista Oeste.



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SAÚDE  |   13/12/2021 14h40